Na entrega do Prêmio Jovem Cientista, ministro destaca retomada dos investimentos

Para Gilberto Kassab, inauguração do Sirius, lançamento do satélite geoestacionário e Marco Legal de Ciência e Tecnologia são um legado da atual gestão.
por ASCOM - publicado 06/12/2018 09h52. Última modificação 06/12/2018 09h56.

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Ministro Gilberto Kassab participa da cerimônia de entrega do prêmio Jovem Cientista no Palácio do Planalto. Foto: Ascom/MCTIC

Na cerimônia de entrega do Prêmio Jovem Cientista, nesta quarta-feira (5), em Brasília, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, ressaltou a retomada dos investimentos no setor. Ao lado do presidente da República, Michel Temer, ele apontou que iniciativas como a inauguração do Sirius, o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) e o novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação são um legado para o país.

“Neste governo, pudemos mostrar que, com eficiência no uso dos recursos públicos e perspectiva de aumento gradual dos investimentos, vamos levar o Brasil aonde ele merece. Há a expectativa que o futuro governo dê continuidade a essa recuperação. Este prêmio é a oportunidade de mostrar o talento dos pesquisadores brasileiros e o quanto eles podem avançar com apoio do poder público e do capital privado”, afirmou.

O presidente Michel Temer reconheceu o papel dos pesquisadores e disse que o Brasil tem recursos para se tornar uma potência científica. “A ciência é a atividade que se move pelo desejo de vencer desafios. Cerimônias como esta nos enchem de entusiasmo. Os pesquisadores mostram o talento e a vitalidade da ciência brasileira. Não podemos pensar no amanhã sem refletir sobre inovação, meio ambiente e a transformação da nossa sociedade. Tudo isso indica que queremos ser cada vez mais uma potência científica.”

Premiação

Com o tema “Inovações para conservação da natureza e transformação social”, esta é a 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista. Foram agraciados nove estudos nas categorias Mestre e Doutor, Ensino Superior e Ensino Médio. Também foram reconhecidas duas instituições de ensino com o maior número de trabalhos qualificados e a pesquisadora Vera Lúcia Imperatriz-Fonseca, de Belém (PA), referência em pesquisas com abelhas nativas, com o prêmio Mérito Científico.

Entre os trabalhos contemplados estão um filme plástico biodegradável feito com casca de maracujá capaz de substituir as embalagens de mudas de plantas, que geram grande quantidade de lixo na agricultura; uma pesquisa sobre como a percepção da população sobre áreas preservadas em Recife (PE) pode auxiliar na gestão das unidades de conservação; e um estudo do impacto de um modelo de conservação na Amazônia que recupera populações de pirarucu e tem potencial para garantir às comunidades o equivalente a uma poupança de R$ 30 mil anuais.

A premiação é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)/Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, em parceria com a Fundação Roberto Marinho, Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e Banco do Brasil, com apoio da Embaixada do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte no Brasil.

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