Brasil e Reino Unido discutem prevenção de desastres causados por mudanças climáticas

O encontro integra o calendário do Ano Brasil-Reino Unido de Ciência e Inovação. 
por ASCOM - publicado 26/06/2018 13h17. Última modificação 26/06/2018 14h07.

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Cientistas brasileiros e britânicos discutiram nesta segunda-feira (25), em Exeter, na Inglaterra, estratégias de mitigação de riscos associados às mudanças climáticas no Brasil. O encontro foi organizado pelo programa Climate Science for Services Partnership (CSSP), no âmbito do Fundo Newton, e integra o calendário do Ano Brasil-Reino Unido de Ciência e Inovação.

O Fundo Newton dispõe de 75 milhões de libras até 2021 para projetos brasileiros. O objetivo é construir parcerias em ciência e inovação para apoiar o desenvolvimento econômico, o bem-estar social e o crescimento sustentável.

Brasil e Reino Unido possuem acordo bilateral para estudos climáticos numa parceria entre o UK Met Office Hadley Centre e três institutos vinculados ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC): Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

No encontro de Exeter, foram apresentados os resultados da cooperação e estratégias para integrá-los às políticas públicas voltadas à prevenção de desastres naturais. Ainda serão avaliados os modelos científicos de prevenção e redução de desastres associados à influência humana sobre o clima.

“É essencial que os tomadores de decisão, do planejamento de contingência até os que respondem aos desastres sejam capazes de utilizar as melhores e mais robustas ferramentas científicas”, afirmou o diretor do Met Office Hadley Centre, Albert Klein Tank. “O projeto está apoiando a Quarta Comunicação Nacional do Brasil para a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. As melhorias da compreensão do que gera ganhos e perdas de carbono fornecerão evidências que sustentam os esforços em direção às metas do Acordo de Paris”, acrescentou Tank.

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