MCTIC apresenta mapa da SNCT 2017, com recorde de municípios participantes

por ASCOM - publicado 07/12/2017 18h20. Última modificação 07/12/2017 18h25.
MCTIC apresenta mapa da SNCT 2017, com recorde de municípios participantes

Peça está exposta na sede do MCTIC, em Brasília (DF). Foto: Ascom/MCTIC

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) inaugurou nesta quinta-feira (7) um mapa com todas as 1.231 cidades brasileiras, de todas as regiões, que participaram da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, realizada em outubro. O número marca o recorde histórico de participação no evento. No Mapa da SNCT 2017, exposto na sede do MCTIC, as cidades participantes são representadas por pontos luminosos.

Para o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTIC, Jailson de Andrade, o recorde de participação deste ano representa a expansão da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e a sua importância para a divulgação da ciência e tecnologia no país.

“A SNCT é extremamente importante para o Brasil, por dar a oportunidade de os jovens brasileiros conhecerem de perto a ciência e tecnologia. Esses são temas que precisam ser valorizados e só vão ganhar o peso e o reconhecimento adequados com a integração da sociedade a eles. Essa é a meta. E queremos deixar o Brasil cada vez mais iluminado, com a participação de cada vez mais municípios”, afirmou.

A SNCT teve como tema “A matemática está em tudo” e registrou 16.217 atividades. Os estados com recorde de participação foram Roraima e Sergipe, com o envolvimento de todas as cidades. Na sequência, aparecem Amazonas e Mato Grosso do Sul.

Em números absolutos, a liderança é do estado de São Paulo, com 124 cidades; seguido de Minas Gerais, com 98; Rio Grande do Norte, com 85; Rio Grande do Sul, com 81; e Sergipe, com 75.

Impulso

Neste ano, o MCTIC disponibilizou R$ 5,4 milhões por meio de uma chamada pública para apoiar o desenvolvimento de atividades relacionadas à SNCT nos municípios. A demanda gerada foi de R$ 13 milhões, com interesse de 392 candidatos, dos quais 186 tiveram projetos aprovados – 33 de abrangência estadual (R$ 100 mil cada), que envolveram de cinco a 20 cidades, de acordo com o tamanho da população do estado; 120 intermunicipais (até R$ 20 mil cada), destinados a eventos locais, com participação mínima de duas cidades; e 33 temáticos (até R$ 20 mil cada), ligado ao tema da SNCT 2017.

“Com este mapa, apresentamos à sociedade os resultados da SNCT de 2017. É um resultado muito significativo e que, com o apoio da chamada pública que lançamos, pudemos agregar mais municípios e alcançar esse valor recorde”, destacou a diretora de Políticas e Programas para Inclusão Social do MCTIC, Sônia da Costa.

Próxima edição

Com o tema “Ciência para a redução das desigualdades”, a 15ª edição da SNCT será realizada de 15 a 21 de outubro de 2018. A inspiração é a Agenda 2030 e seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O MCTIC vai lançar, em breve, um concurso para selecionar o desenho a inspirar a identidade visual da SNCT 2018, a exemplo do que ocorreu em 2016. Aberto à comunidade escolar, da educação básica ao ensino profissionalizante, o concurso será realizado em parceria com o Museu Itinerante Ponto UFMG, da Universidade Federal de Minas Gerais. O objetivo é estimular a criatividade artística a partir do tema da próxima Semana Nacional.

SNCT

Realizada nacionalmente desde 2004, a SNCT é coordenada pelo MCTIC e conta com a colaboração de empresas e órgãos públicos, escolas, fundações de amparo à pesquisa (FAPs), institutos, museus, universidades e secretarias estaduais e municipais. A ação de cunho científico-educacional busca mobilizar a comunidade científica e estudantil, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de ciência e tecnologia, ao valorizar criatividade, atitude científica e inovação; chamar atenção da sociedade para a relevância da ciência e tecnologia para a vida de cada um e para o desenvolvimento do país; e contribuir para que a população possa conhecer e discutir pesquisas e suas aplicações.

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